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quarta-feira, 6 de novembro de 2013

Sharpei Princesa adotada

É com muita, mas muuuita alegria que eu digo: a Princesa foi adotada!!!!!!!!!!!!
Eu mesma adotei ela.
Depois de todo o sofrimento que eu vi ela passar, depois de ter segurado sua patinha quando estava completamente humilhada, acabada e a beira da morte, depois de ter lutado com ela dia a dia por sua recuperação, ter lavado seus ferimentos, ver ela se recuperando e sempre, sempre abanando o rabo, como me separar dela?
Tentei doá-la, pois achei que era o certo a se fazer, mas na última hora o amor falou mais alto e resolvi ficar com ela.
No dia em que a resgatamos, quando ela estava deitada na mesa do veterinário eu prometi  que tudo daria certo e ninguém nunca mais iria fazer mau a ela e agora eu refaço essa mesma promessa. Vou dar a essa velha bochechuda todo o amor que ela merece e nunca, nunca mais ninguém vai ousar fazer qualquer mau para ela.

Eu e meu marido estamos muito felizes com nossa nova filha de 4 patas. Ela é um anjo que nos ensina dia a dia como vale a pena lutar por uma vida e ser agradecido sempre e por tudo.
Obrigada querido São Francisco e seus Ajudantes por todas a ajuda e apoio neste caso, que foi o mais difícil até hoje, mas o mais gratificante.
Obrigada a todos os veterinários que se envolveram neste caso, obrigada a todos que divulgaram e de alguma forma ajudaram. Muito obrigada ao P.A.T.A. que me deu todo o suporte, sem vocês eu não conseguiria nada...
E muito, muito obrigada a Princesa que torna a minha vida mais bonita.

Um abraço a todos
                                        Shelly Feller

No dia em que a encontramos
deitada de baixo de um caminhão

Se recuperando na clinica

Meditando no sol! hehe

Mais que amiga, um anjo de 4 patas

Com o pai!
Com a mãe!



Princesa, Marley e Amigo, trio inseparável

sexta-feira, 21 de junho de 2013

Móbiles e chaveiros em prol dos animais

Pessoal, estou vendendo estes móbiles e chaveiros em prol dos animais que estamos ajudando. Temos o tratamento da Princesa que está com infecção nos ouvidos e na pele, os dois machos que foram tirados de maus tratos, o Snoopy que precisa de casinha.... e por aí vai. Precisamos de ração, remédios, cobertores, casinha...

Comprando um destes itens você estará ajudando estes queridos que precisam de nós.


Móbile pequeno 12,00

Móbile grande R$ 16,00

Móbile pequeno R$12,00

Móbile pequeno R$ 12,00

Móbile grande R$16,00

Móbile Grande R$16,00

Chaveiro R$6,00

Móbile Pequeno R$12,00

Chaveiro R$ 6,00 cada

Móbile pequeno R$ 12,00

Móbile pequeno R$12,00

Chaveiro R$6,00
Encomendas através do fone (51)93191900 com Shelly ou e-mail anjosderuanh@gmail.com

quinta-feira, 10 de janeiro de 2013

Minha Billie completou 13 anos!

Neste mês de janeiro minha querida Billie completa 13 anos.
                                             
Billie foi resgatada em meio a um matagal quando ainda era um bebezinho. A primeira vez que a vi dei um grito, pois era tão feia e raquítica que pensei que fosse um rato.
Minha mãe trouxe ela para casa, mas não queríamos um gato, então cuidaríamos dela até ser adotada.
Semanas depois ela quase morreu esmagada por minha mãe. Fizemos de tudo para salvá-la e com isso sua cama passou da lavanderia para a sala.

Pouco tempo depois ela caiu dentro do canil dos meus cachorros. Neste dia quase foi devorada, mas conseguiu escapar e toda a família se empenhou em procurá-la pela vizinhança. No final do dia achamos ela debaixo da geladeira bem encolhida e super aterrorizada. Com isso sua cama passou da sala para uma caixa ao lado da minha cama.

Os dias foram passando e rom rom vai rom rom vem a caixa foi abandonada e a sua cama passou a ser a minha. Agora ela era o bebê da casa!

Um certo dia saindo para o trabalho avistei uma gata igualzinha a Billie morta no meio da rua. Que dia triste aquele! Eu e minha mãe choramos o dia inteiro, nosso bebê havia morrido! Enterramos a gata e a tarde quando minha mãe chegou em casa... que choque! A Billie estava esperando na porta de casa, ansiosa para entrar e ganhar sua comida. Que surpresa grandiosa quando, no meu trabalho atendi o telefone e tinha um gato miando do outro lado da linha! Nunca vou esquecer deste dia!
Agora a Billie era a rainha da casa!

Os anos passaram e eu conheci meu marido, uma encrenca... ele não gostava de gatos!
Obvio que para a Billie isso não foi nenhum problema, afinal ela já havia sido abandonada, resgatada e  esmagada pela vó, enfrentado 5 cães "ferozes" de uma só vez e por fim haviam chorado a sua morte e velado um gato em seu lugar!

Conquistar o pai foi moleza. Se esfregou nas pernas dele, subiu no colo, ronronou, arranhou... Deixou claro que a mãe era dela e para entrar para a família precisaria da sua aprovação, alguns meses depois e tudo estava certo.

Hoje ela completa o nosso lar, é nossa grande companheira! Nos faz rir, nos alegra, entende quando estamos tristes ou preocupados. Quando está com medo o lugar mais seguro do mundo é o nosso quarto. Em um dia lindo de sol seu lugar é deitada na janela, se está frio fica entre nós no sofá debaixo da coberta, se está calor nem adianta procurar os chinelos havaianas, pois é lá em cima deles que ela gosta de dormir metade do corpo em cima do chinelo da mãe, metade em cima do chinelo do pai. Se vamos jantar, lá está ela ao lado da mesa, se vamos assistir filme: - Ich, lá vem a gata!! Sempre por perto!

Amo muito essa gatinha por tudo de bom que ela trouxe para a minha vida. Desejo que ela esteja conosco por muito tempo ainda!
Feliz aniversário Billie Pepe Nenê da mãe e do pai!







"O gato não pede amor. Nem depende dele. Mas, quando o sente, é capaz de amar muito. Um gato é um italiano educado na Inglaterra. Sente como um italiano mas se comporta como um lorde inglês." 
(Artur da Távola)

Um abraço
               Shelly Feller

segunda-feira, 1 de outubro de 2012

Eu adotei um animal abandonado - Pretinho

Minha homenagem de hoje vai para o meu Pretinho.
Cãozinho de pequeno porte que me encontrou. Sim ele me encontrou e me adotou como mãe.
Há cerca de 6 anos o Pretinho vivia pelas ruas do meu bairro, eventualmente ele passava na frente da minha casa e ganhava comida, sempre valentão, acompanhado de outros cães. Ele jurava que era um rotwailler grande e forte que assustava a todos quando passava, mas na verdade era um pequenino cão de cerca de 7 kl, magrinho e com cara de poucos amigos que não deixava ninguém se aproximar.

Um dia, não sei como ele apareceu todo arrebentado dentro do meu pátio. Pelos machucados, ou foi atropelado ou levou uma surra de algum humano desalmado.
Me cortou o coração ver aquele pequeno cão que até então morria de medo de seres humanos, vir pedir ajuda. Ele havia passado entre as grades do meu portão e estava sentado na frente da minha porta, já não conseguia se mover por conta dos ferimentos na coluna.
Acolhemos o pobrezinho que levou algum tempo até se recuperar.
Procuramos um lar para ele, mas não foi possível doá-lo, pois ele já havia feito a sua escolha. Havia me adotado no momento em que chamei minha mãe para ajudar  com os primeiros socorros, no dia em que ele havia se machucado.
Hoje, passado mais de 6 anos, tenho em casa um outro Pretinho. Ele deixou de ser aquele cão que não permitia que ninguém se aproximasse, que queria morder ao receber carinho. Levou muito tempo, mas conseguimos juntos, eu e ele criar um laço de amor e amizade indissolúvel, entre um cão que não acreditava nos seres humanos e alguém que precisava de um grande amigo.
Não sei como ele conseguiu chegar até a minha casa e passar pelas grades, não sei como ele sabia que esse ato poderia salvá-lo...
Começamos a semana em que comemoramos o dia de nosso mais que querido amigo São Francisco de Assis, agradecendo por todo o amparo, por todo o amor e por toda a dedicação deste ser de luz e de seus ajudantes que não abandonam nem mesmo os menores seres da criação. Certamente meu Pretinho foi guiado até mim para que eu pudesse ajudá-lo e ele a mim, pois os animais sempre nos tornam pessoas melhores.
Pretinho e sua melhor amiga Capitu


Capitu, mãe e Pretinho
                Um abraço
                                 Shelly  e Pretinho!

Se você tem uma história sobre adoção, compartilhe conosco. Escreva para anjosderuanh@gmail.com

quinta-feira, 23 de agosto de 2012

Eu adotei um animal abandonado - adulto

Quando meu filho nasceu minha cachorra Lola(5 anos) ficou muito deprimida, mal saía da cama dela, sentia muito ciúme. Então quando ele estava com 10 meses, resolvemos adotar um cão. Aí veio a dúvida: adotar um adulto ou filhote?
Resolvemos adotar um cachorro adulto. Foi aí que vi uma foto no facebook da Alessandra Costa de uma cadela que tinha sido abandonada com os 7 filhotinhos, aí pensei: é ela
!
Na primeira semana em casa a Lupita já aprendeu a fazer as necessidades no lugar certo.
Se adaptou muito bem no apartamento, ela e a Lola se deram super bem logo de cara, brincam quase o tempo todo, dormem juntinhas( cada uma tem sua cama, mas elas gostam de dormir na mesma caminha).
E meu filho adora ela!! O Lucas deita em cima dela, sobe, abraça, senta.... e ela está sempre juntinho dele, se ele está no carrinho ela fica deitada do lado, se ele chora ela vai correndo ver o que está acontecendo, de manhã quando vou tirá-lo do berço, ela vai junto toda feliz e ele se diverte, é muito bom, não tem explicação!!!!
Ela me obedece, me respeita.
E eu achava que adotar um cão adulto poderia ter algumas desvantagens, acabei vendo que não tem desvantagem nenhuma, muito pelo contrário, só vejo vantagens.
Sem contar que a gente tem aquela vontade de compensá-la por tudo que sofreu antes de ser resgatada e ela percebe isso, porque nos olha com carinho, gratidão.....não sei explicar...
Enfim, adotamos uma cachorra para fazer companhia para a Lola e todos aqui em casa ganhamos uma companheirona!!!!
ADOTAR UM CACHORRO ADULTO É TUDO DE BOM!!
EU RECOMENDO!

terça-feira, 10 de julho de 2012

Eu adotei um animal de rua - Bob

Hoje quem conta a sua história de adoção é a Kátia Márcia de 
São Gonçalo no Rio de Janeiro:      

 "TENHO UMA HISTÓRIA PARA CONTAR, EM JANEIRO DE 2012, HOUVE UMA CHUVA GRANDE E PELA MANHàAPARECEU um CACHORRO NA CASA ONDE EU MORAVA. ELE ESTAVA TODO MACHUCADO, CHEIO DE SARNA, FEIO DEMAIS. QUANDO ELE ME VIA BALANÇAVA O RABINHO, MAS NEM LEVANTAVA DO CHÃO. FUI AO MERCADO E COMPREI RAÇÃO. SEPAREI 2 VASILHAS COM ÁGUA E COM A RAÇÃO, ENTÃO ELE LEVANTOU E COMEU E BEBEU.

PASSARAM ALGUNS DIAS ELE já ESTAVA MELHOR, mas NÃO FOI MAIS EMBORA. VARIOS MORADORES DA RUA COLOCAVAM COMIDA OU RAÇÃO PARA ELE, MAS O CARINHO ERA SEMPRE COMIGO. QUANDO MEU MARIDO CHEGAVA COM O CARRO ELE FICAVA MALUQUINHO PULANDO EM CIMA DELE, MAS MEU MARIDO NÃO QUERIA AQUELE CACHORRO FEIO, ERA ASSIM QUE ELE FALAVA, ENTÃO UMA OUTRA VIZINHA o MANDOU  PARA O PETSHOP E TRATOU ELE. MAS ELE NÃO QUERIA MORAR COM ELA. ELE SÓ FICAVA ATRAS DE MIM SEMPRE. ENTÃO COMPRAMOS UMA CASA E EU RESOLVI TRAZER ELE. MEU ESPOSO NÃO QUERIA RECLAMOU MUITO, MAS EU NÃO DEIXEI ELE LÁ TROUXE ELE COMIGO SIM.  CONTINUAMOS O TRATAMENTO E HOJE ELE ESTÁ SAUDÁVEL E CHEIO DE VIDA. HOJE ELE SE CHAMA BOB E VIVE FELIZ CONOSCO.

DEPOIS DELE APARECEU a PRINCESA, QUE  MEU MARIDO QUASE ATROPELOU NA RUA DA NOSSA NOVA CASA E PRETINHA QUE ERA DA VIZINHA E NÃO QUER MAIS VOLTAR PARA CASA....SÓ QUER FICAR AQUI CONOSCO. MEU MARIDO NÃO GOSTA MAS EU DEIXO PORQUE ELA É MUITO BOAZINHA." 

Bob antes e depois


Bob e sua nova maninha!

Faça como a Kátia Márcia e envie a sua história para anjosderuanh@gmail.com
Conte para o mundo como um animalzinho pode mudar a sua vida para melhor.
Incentive você também a adoção consciente.

Kátia, obrigada por participar!

quinta-feira, 15 de março de 2012

Eu Adotei um Animal Abandonado - Luna

ADOÇÃO ESPECIAL ...
Por Daniela Rohr
 

Adotei a Luna como cega, era o que dizia no anúncio na internet. 
Quando cheguei em casa já percebi que conseguia enxergar, nem que fosse com certa deficiência.
Com o passar dos dias, notei outras coisas na Luna, pois ela agia diferente da maioria dos gatinhos, sem contar as convulsões.
Levei a Luna para consultar com um médico veterinário neurologista, e ele a diagnosticou com demência mental.
Fiquei muito triste, achei que só pessoas tinham isso. Mas de certo modo fiquei aliviada por saber o que ela tinha, e assim poder entendê-la melhor. E também fiquei feliz dela estar comigo, pois tem gente que certamente não a aceitaria, e isso seria um estresse muito grande pra ela, já que demorou um pouquinho para se adaptar com tudo, principalmente com a outra gatinha que já tínhamos.
A Luna é uma gatinha especial e muito querida, que vem ronronar e "amassar pãozinho" em mim quado vamos dormir, adora ser "amassada" nas brincadeiras com o pai humano, e adora passear no pátio descobrindo um novo mundinho seu.
Somos gratos por ter nossa Luna, pois ela nos faz companhia, nos proporciona algumas risadas, e em troca só pede um cantinho para dormir sossegada.
Momento preguiça

Impossível ver e não ter vontade de amassar!!!
 
 
Texto enviado por Daniela Rohr
 
Você também pode contar a sua história e assim incentivar outras pessoas a adotar. Escreva para anjosderuanh@gmail.com

quinta-feira, 8 de março de 2012

Eu Adotei um Animal Abandonado - Shakespeare

Shakespeare, mamãe e a mana Polly
Nossa história começou em 2007, quando mudei de um apartamento para uma casa, logo decidi que queria ter mais um cachorro, pois já tinha uma poodle.Corria uma história lá pelo bairro Rincão sobre um cão que vivia na rua mas sonhava em ter um lar.Todos os dias ele fazia várias tentativas no portão da casa da minha irmã e de minha mãe, ficava lá vendo se não dava uma brecha para ele entrar no pátio, ficava na espreita para ver quando alguém saia, um dia a minha irmã saiu para passear com seus cachorros e quando viu estava ele atrás tascando uma mordida, sim por que ele era um grande mordedor, mas era de brincadeira, fazia parte da sua arte da conquista.Até que um dia seu sonho foi realizado, foi de uma maneira complicada, mas ele enfim entrou na casa que ele sonhava, ele foi atropelado.Minha mãe e minha irmã cuidaram dele. Então depois que ele estava curado decidi adota-lo.No inicio foi bem difícil a nossa adaptação, pois para me agradar um dia ele decidiu comer todos os meus sapatos, no outro ele foi no varal e recolheu só as minhas roupas, toda vez que o portão se abria ele corria na rua para dar um passeio e lá ia toda família correndo atrás dele.Mas ele tem uma cara de safado linda, de criança levada sabe!!!! que não tem ninguém lá em casa que não desculpasse as suas travessuras.Agora ele esta com cinco anos e continua muito travesso, minha filha de 2 anos adora ele, ele é muito carinhoso com ela, ele tem um olhar de Shakespeare apaixonado, ele também é chamado de preto, depois de todo este tempo ele ainda é o mais brincalhão de todos os meus cachorros, sim porque o preto me ensinou que os vira latas abandonados são os melhores cães do mundo, hoje ele tem mais seis irmãos. Um dia destes conto a história dos outros para vocês.

Shakespeare "escondendo" a roupa da mamãe que ele recolheu do varal.
História enviada por Elisa Feller

sexta-feira, 3 de fevereiro de 2012

Eu Adotei um Animal Abandonado - Capitu

Nestes meus 29 anos de vida já tive muitos cães e gatos, mas nunca tive a oportunidade de escolher os meus amiguinhos. Todos chegaram de um jeito ou de outro, mas chegaram até mim sozinhos. Todos me escolheram. 
Hoje conto a história da minha querida Capitu. Há 5 anos minha mãe estava molhando as flores na frente de casa e uma cadelinha da raça fila pele e osso se aproximou para tomar a água que ficou em uma poça. Muito fraquinha a filhotinha nem tentou fugir quando minha mãe se aproximou. 


Capitu no dia em que foi encontrada, tinha apenas 2 meses
Cuidamos dela, levamos ao veterinário, eliminamos pulgas e vermes. A cada dia que passava a cadelinha ficava mais forte e bonita. Desde cedo desenvolveu um jeito desengonçado de ser que nos fazia e ainda nos faz rir muito. Capitu com seu olhar de "sou um pobre cão abandonado que precisa muito ser amado" já havia escolhido sua família.
Como não amar??
Depois de algumas semanas consegui inscrevê-la em uma feira de adoção para que encontrasse um lar e lá fui eu com ela no colo, coração apertado por ter que doá-la. Passei a poucos metros da feira e não consegui, já era tarde demais estava completamente apaixonada. Voltamos para casa e não nos separamos mais.
Capitu, hoje com 5 anos é uma fila com alma de poodle, com seus mais de 50 Kls pede colo e senta no meu colo, por mais incrível que isso possa parecer. É carinhosa, inteligente, obediente, e quando "dá a louca" nela só me resta parar em algum cantinho para não ser derrubada. Capitu em seu pico de alegria é como um rolo compressor desgovernado e segure-se quem puder.
Muitas pessoas me dizem que filas são traiçoeiros, mas traiçoeiras são as  pessoas que fingem ser quem não são, fingem sentimentos que não tem. Cachorros independente da raça são o que são, se criados com violência ou falta de amor serão bravos. Mas dê amor ao seu cão e ele vai ser fiel e te amará para sempre, sem máscaras.
Acredito que nenhum animal chega em nossa vida por acaso. Agradeço a Deus e a São Francisco por ter não só a Capitu, mas todos os outros seis cães e três gatos, eles deixaram a minha vida mais bonita, mais alegre e são companheiros insubstituíveis.
 


Novo Link no Blog

Boa tarde queridos leitores,
Gostaria de compartilhar com todos a alegria de adotar um animal de rua, para isso inauguro hoje o link "Eu adotei um animal  abandonado". Neste link vocês encontrarão histórias de pessoas que decidiram adotar um cão ou gato de rua e com isso transformaram as suas vidas.
Espero que estas histórias sirvam de incentivo para mais adoções.
E se você quiser contar a sua história escreva para anjosderuanh@gmail.com

Um abraço!